A AVALIAÇÃO DA ESCALA DE DOR PELA EQUIPE DE ENFERMAGEM NO RECÉM-NASCIDO: ESTUDO DE REVISÃO
Resumo
RESUMO: Objetivo: Descrever as formas de avaliação de dor do recém-nascido utilizadas pelo enfermeiro e analisar a prática da enfermagem quanto ao manejo da dor do recém-nascido. Método: Foi utilizada uma revisão de literatura sistemática, elaborada por meio de uma avaliação criteriosa e detalhada na base de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). O processo de busca e seleção dos artigos foi realizado no mês de março de 2022 por meio dos seguintes descritores em português: ‘’escala de dor '' e ‘’enfermagem’’, “recém-nascido’’, selecionados, ao fim, seis artigos para compor a revisão. Resultados e discussão: Restou demonstrado que os recém-nascidos não conseguem exprimir o sentimento de dor por meio de palavras, ou seja, a percepção da dor torna-se uma responsabilidade do profissional de saúde que o acompanha, como a equipe de enfermagem. Diferentes parâmetros são utilizados pelos profissionais de enfermagem na detecção da dor no recém-nascido, como o choro, alteração dos movimentos motores e dos parâmetros vitais. Entretanto, essas análises ocorrem de forma assistemática, apesar da existência de escalas de dor validadas como ferramentas eficientes e seguras na detecção da dor em recémnascidos. Considerações Finais: Concluiu-se que a percepção dolorosa do paciente recém-nascido pela equipe de enfermagem é subjetiva, sendo que as escalas ainda não são utilizadas por alguns profissionais, motivadas pelo baixo suporte de treinamento qualificado e específico quanto à existência de dor no paciente e pela ausência de protocolos sistematizados em seus postos de trabalho que poderiam auxiliar na mensuração dessa dor. Palavras-chave: Enfermeiro. Escalas. Dor. Recém-nascido.
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